Dr. Zilmar Leandro da Silva Ney é endocrinologista e metabologista. Sua atuação é guiada por um objetivo central: equilibrar o metabolismo para prevenir doenças, ganhar anos de vida saudável e devolver qualidade de vida — em diabetes, obesidade, tireoide, lipedema, osteoporose, baixa estatura e doenças da hipófise.
Você escolhe o formato mais prático para a sua rotina — todos seguem o mesmo padrão de escuta e critério clínico.
Consulta com cerca de 50 minutos de duração, no consultório em Tatuapé, com escuta detalhada, exame físico completo e definição das próximas hipóteses e exames, quando necessário.
Consultas periódicas com metas terapêuticas claras e gráficos de evolução, permitindo ajustar doses e condutas no momento certo.
Atendimento por videochamada para pacientes de qualquer região do Brasil, com a mesma estrutura da consulta presencial: anamnese completa, pedido de exames e prescrições assinadas digitalmente.
De uma consulta pontual a um acompanhamento contínuo de até 6 meses — cada opção foi desenhada com um objetivo clínico específico.
Consulta única e pontual por videochamada — sem retorno incluído. Ideal para segundas opiniões, ajustes de conduta ou análise de exames que você já tem em mãos.
Seja muito bem-vindo(a)! Cuidar da sua saúde com atenção, respeito e excelência é a minha maior prioridade. A nossa Teleconsulta foi desenhada para oferecer exatamente a mesma qualidade, segurança e profundidade de um atendimento presencial, mas com a conveniência e o conforto de onde você estiver.
Consulta inicial por videochamada com um retorno incluso em até 30 dias, para reavaliar exames, ajustar condutas e definir os próximos passos.
Seja muito bem-vindo(a)! Cuidar da sua saúde hormonal, metabólica e do seu bem-estar com extrema atenção, respeito e excelência é a minha maior prioridade. Como endocrinologista, desenhei a nossa Teleconsulta para oferecer exatamente a mesma qualidade, segurança clínica e profundidade de um atendimento presencial, mas com toda a praticidade, flexibilidade e conforto do local onde você estiver.
Atendimento presencial no consultório, com consulta inicial e retorno inclusos, para uma avaliação clínica completa e aprofundada com exame físico.
Oferecendo o máximo de conforto, segurança e atenção individualizada, o atendimento presencial permite uma avaliação médica completa e aprofundada, com foco em diagnóstico preciso e acompanhamento contínuo da sua saúde.
O serviço é composto por 2 encontros presenciais de 50 minutos, garantindo o tempo necessário para um cuidado minucioso.
Continuidade, segurança e cuidado constante ao longo de 3 meses. Cada consulta mensal pode ser presencial ou por teleconsulta (Google Meet), conforme sua preferência, combinando a conveniência da distância com a eficácia e o rigor de uma consulta presencial.
O plano contempla 3 consultas principais de 50 minutos e 1 teleconsulta breve de acompanhamento de metas em cada mês, garantindo um monitoramento próximo e contínuo ao longo do seu tratamento:
Acompanhamento contínuo, controle de metas e cuidado integral com a sua saúde ao longo de 6 meses, combinando a profundidade das consultas mensais à proximidade de um suporte intermediário no início do tratamento.
Cada uma das 6 consultas mensais pode ser realizada no formato Presencial ou via Teleconsulta (Google Meet), podendo o acompanhamento ser combinado (misto) conforme sua conveniência mês a mês.
O plano é composto por 6 consultas mensais (50 min cada) e 1 Teleconsulta Breve de Acompanhamento (30 min) focada na adaptação inicial ao plano terapêutico:
O acompanhamento mais completo, pensado para quadros que exigem monitoramento próximo e constante ao longo de um ano inteiro — ideal para o início do tratamento da obesidade, ajuste fino de insulina em pacientes diabéticos ou condições endocrinológicas crônicas.
Cada uma das 12 consultas mensais pode ser realizada no formato Presencial ou via Teleconsulta (Google Meet), podendo o acompanhamento ser combinado (misto) conforme sua conveniência mês a mês.
O plano é composto por 12 consultas principais mensais (50 min cada) e 1 Teleconsulta Breve de Acompanhamento de metas (40 min) em cada mês, garantindo checagem constante de metas, adaptação às medicações e alinhamento do plano terapêutico:
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Orientações gerais — cada caso exige avaliação individual em consulta.
A obesidade é hoje compreendida como uma doença crônica do metabolismo, não uma questão de força de vontade. Tratá-la bem é uma das formas mais eficazes de ganhar anos de vida saudável.
Os análogos de GLP-1 e o duplo agonista GLP-1/GIP atuam diretamente nos mecanismos que regulam fome, saciedade e gasto energético — agindo na causa hormonal da obesidade, e não apenas na restrição alimentar. Isso permite uma perda de peso mais consistente e sustentada do que as abordagens anteriores, além de melhorar parâmetros metabólicos como glicemia e perfil lipídico.
O uso dessas medicações exige avaliação médica individualizada, ajuste de dose gradual e acompanhamento dos efeitos — por isso fazem parte de um plano terapêutico mais amplo, nunca de uma prescrição isolada.
O corpo tende a reagir à perda de peso tentando recuperá-lo. Sem ajuste de dose, suporte nutricional e acompanhamento contínuo, o reganho é comum quando o tratamento é interrompido de forma abrupta ou sem orientação.
Perder peso de forma sustentada melhora disposição, sono, mobilidade, autoestima e disposição para atividades do dia a dia — efeitos que vão muito além do número da balança.
O foco é perder gordura preservando massa magra. O exame de bioimpedância acompanha essa evolução ao longo do tratamento, evitando perda excessiva de músculo.
Dados ilustrativos baseados em literatura científica sobre análogos de GLP-1/GIP — a resposta individual varia e deve ser avaliada em consulta.
A perda de peso melhora a sensibilidade à insulina e o controle glicêmico, podendo reduzir ou simplificar o uso de medicações para diabetes.
O tratamento da obesidade está associado à redução de fatores de risco cardiovascular, como pressão alta, colesterol e inflamação — diminuindo o risco de eventos como infarto e AVC.
O excesso de peso sobrecarrega os rins. A perda de peso e o controle metabólico ajudam a preservar a função renal, especialmente em quem já tem diabetes ou hipertensão.
Os análogos de GLP-1 (as chamadas "canetas emagrecedoras") são eficazes, mas a perda de peso acelerada e a redução importante da ingestão alimentar podem levar a déficits nutricionais que passam despercebidos sem acompanhamento.
A perda de peso rápida, sem aporte adequado de proteína, ferro, zinco e biotina, é uma causa frequente de eflúvio telógeno (queda de cabelo) em pacientes usando essas medicações.
Parte do peso perdido pode vir de massa magra, não só de gordura. Ingestão proteica adequada e, quando indicado, atividade física de resistência ajudam a preservar a musculatura.
A baixa ingestão calórica e de micronutrientes pode causar fadiga persistente e queda de desempenho físico e mental — sinais de que o plano nutricional precisa de ajuste.
O acompanhamento médico durante o uso das canetas emagrecedoras permite ajustar a suplementação, monitorar exames e preservar sua saúde enquanto o tratamento avança.
Atingir o platô ou o peso alvo é uma conquista, mas interromper o tratamento e o acompanhamento nesse momento é uma das principais causas de reganho de peso.
O corpo se adapta ao novo peso. O platô faz parte da fisiologia do emagrecimento e não significa que o tratamento parou de funcionar.
Parar a medicação ou o acompanhamento de uma vez, sem uma estratégia de transição, é um dos principais fatores associados a recuperar o peso perdido.
Ajustar a dose, consolidar novos hábitos e continuar o acompanhamento médico após o peso alvo é o que sustenta o resultado a longo prazo.
O lipedema é uma doença crônica do tecido adiposo, que causa acúmulo desproporcional de gordura — geralmente nas pernas e quadris — associado a dor, sensação de peso e facilidade para formar hematomas. É frequentemente confundido com obesidade comum ou problema estético, o que retarda o diagnóstico correto.
A avaliação considera o padrão de distribuição de gordura, a presença de dor e o histórico familiar — exames de imagem podem auxiliar, mas o diagnóstico é principalmente clínico.
O manejo combina orientação metabólica, controle de peso, atividade física orientada e, quando necessário, suporte de fisioterapia vascular/linfática.
Por ser uma condição crônica, o lipedema se beneficia de acompanhamento contínuo para controlar a progressão e melhorar sintomas e qualidade de vida.
A osteoporose é conhecida como uma doença silenciosa: na maioria dos casos não causa dor nem qualquer aviso — até a primeira fratura.
O osso perde densidade de forma progressiva e, na maior parte das vezes, sem qualquer dor. A avaliação especializada permite identificar a perda óssea antes que ela se manifeste como fratura.
Fraturas por fragilidade óssea — sobretudo de quadril — são uma das principais causas de perda de mobilidade e mortalidade em pessoas idosas, muitas vezes ocorrendo sem trauma importante ou dor prévia.
A avaliação inclui a análise da sua ingestão de cálcio na alimentação e dos níveis de vitamina D, fatores diretamente relacionados à manutenção da massa óssea ao longo da vida.
Quando não tratado, o hipotireoidismo pode evoluir com piora do colesterol, fadiga progressiva, alterações de humor e impacto cardiovascular a longo prazo.
O tratamento costuma exigir ajuste fino e periódico da dose de reposição hormonal — por isso o acompanhamento próximo, com exames de controle, faz parte central do cuidado, e não apenas da primeira consulta.
Agendar avaliação de tireoideFeita no consultório, estima rapidamente massa magra, gordura corporal e gordura visceral — útil para acompanhar a evolução do tratamento consulta a consulta.
Exame de imagem mais preciso, que detalha a distribuição de gordura e massa magra por região do corpo — pernas, tronco e braços —, complementando a bioimpedância.
Mede a densidade mineral dos ossos (geralmente coluna e quadril) e é o principal exame para diagnosticar osteopenia e osteoporose antes que ocorra uma fratura.
A esteatose hepática (gordura acumulada no fígado) é hoje considerada parte central da síndrome metabólica — e não um achado isolado e inofensivo de exame de imagem.
O excesso de gordura no fígado prejudica a forma como o corpo processa glicose e gorduras, favorecendo resistência à insulina. Isso cria um ciclo que contribui para o desenvolvimento de pré-diabetes, diabetes tipo 2, colesterol alterado e pressão alta — o conjunto que define a síndrome metabólica.
Sem identificação e manejo, a esteatose pode evoluir, em parte dos casos, para inflamação do fígado e fibrose. Por isso, identificar e tratar o quadro metabólico de base é uma forma de cuidar do fígado — e do coração — antes que o quadro avance.
Dados ilustrativos baseados em literatura científica sobre tratamento metabólico da esteatose hepática — a resposta individual varia e deve ser avaliada em consulta.
Dados ilustrativos baseados em literatura científica sobre controle metabólico — a resposta individual varia e deve ser avaliada em consulta.
Falta de energia, dificuldade de concentração e queda de desempenho físico ou mental nem sempre são "só estresse" ou "só rotina puxada". Tireoide, níveis de vitamina D, ferro, testosterona, cortisol e qualidade do sono — todos esses fatores hormonais e metabólicos podem estar por trás do cansaço persistente.
Procurar um endocrinologista para investigar a fadiga permite identificar causas tratáveis e construir um plano para recuperar disposição e desempenho no dia a dia — no trabalho, nos estudos ou nos treinos.
Agendar avaliação de energia e desempenhoA microbiota intestinal — o conjunto de bactérias que vivem no seu intestino — participa do controle do peso, da inflamação e até do humor. A alimentação é o principal fator que a modula.
As fibras alimentam as bactérias boas do intestino e aumentam o volume do bolo fecal, melhorando diretamente o trânsito intestinal e prevenindo a constipação.
O ômega-3 e o azeite de oliva (ricos em MUFA — gorduras monoinsaturadas) se incorporam à membrana das células intestinais, ajudando a manter a barreira intestinal íntegra e favorecendo uma microbiota mais equilibrada.
O excesso de gordura saturada favorece bactérias associadas à inflamação e prejudica a integridade da parede intestinal, contribuindo para um estado de inflamação local que, mantido, se torna crônica e de baixo grau.
Gorduras monoinsaturadas (MUFA — azeite, abacate, castanhas) e poli-insaturadas (PUFA — ômega-3 e ômega-6 de peixes e oleaginosas) favorecem um perfil de microbiota associado a menos inflamação, em contraste com o padrão observado com o excesso de gordura saturada.
Esses fatores se conectam diretamente com obesidade, diabetes e esteatose hepática — por isso a orientação alimentar (tipo de gordura, quantidade de fibra) faz parte do plano terapêutico, e não é um tema isolado da nutrição.
As estatinas reduzem o LDL ("colesterol mau") e ajudam a estabilizar as placas de aterosclerose nas artérias — tornando-as menos propensas a romper e causar um infarto ou AVC.
Dados ilustrativos baseados em literatura científica sobre prevenção cardiovascular com estatinas — a resposta individual varia e deve ser avaliada em consulta.
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